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TDAH Fortaleza

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TDAH: quando não compreendido, um transtorno

Por Camila Leporace

Nos depoimentos de mães, pais e especialistas no assunto, as semelhanças são marcantes. Os portadores do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) são impulsivos, agitados, irrequietos, ansiosos e tão inteligentes e carinhosos quanto mal compreendidos e rejeitados – o que acontece porque, quando se trata de TDAH, falta informação e sobra preconceito.
Com um ano e quatro meses de idade, em 1986, Fernando começou a andar. A partir daí, ficar parado tornou-se algo simplesmente impossível para ele. Um ano e dois meses depois, sua mãe, Mara Narciso – endocrinologista, acadêmica de jornalismo e autora do livro Segurando a hiperatividade – decidiu levá-lo a uma psicóloga. Por ser “acelerado” e “incapaz de sossegar um minuto que fosse”, Fernando ficava sujeito a toda sorte de acidentes. “Machucava a toda hora, e demorou muitos anos para entender que buraco era buraco e que pular dentro dele como se não existisse o faria machucar. Corria na direção de uma escada como se não houvesse desníveis”, relata Mara.
Quando Fernando tinha quatro anos, sua mãe o levou a um neuropediatra em Belo Horizonte que definiu o que ele tinha como Disfunção Cerebral Mínima, problema que se caracterizava exatamente pela hiperatividade. O médico disse a Mara que Fernando era o “segundo caso mais grave” que ele já havia visto em 25 anos.
Hoje, cerca de 3% das crianças e de 1% a 1,5% dos adultos de todo o mundo apresentam o TDAH, que também é conhecido como DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) ou, em inglês, ADD, ADHD ou AD/HD. A incidência parece ser maior entre o sexo masculino, mas os especialistas consideram esse dado ainda em discussão. Essas informações foram reveladas pelo psiquiatra Mario Louzã Neto, coordenador do Projeto Déficit de Atenção e Hiperatividade no Adulto (PRODATH) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP – Universidade de São Paulo, em entrevista divulgada neste site.
Conforme explica a neurologista Lais Pires, a causa do TDAH está relacionada a uma predisposição genética – o que já foi comprovado através de estudos, inclusive com a análise comportamental de gêmeos univitelinos que viveram em ambientes separados e apresentaram, ambos, características de TDAH – e também a fatores ambientais: bebês prematuros podem ter uma chance maior de apresentar o Transtorno, que nesse caso estaria relacionado ao sofrimento ao nascer.
A hiperatividade é apenas uma das três principais características associadas ao TDAH. As outras duas são a facilidade para se distrair e a impulsividade. Nas meninas, é mais comum a forma do TDAH em que predomina a desatenção: elas parecem tranqüilas, e na sala de aula muitas vezes se mostram quietas, sem perturbar o ambiente como os meninos. No entanto, essa aparente calma esconde um pensamento que voa e se distrai com ele mesmo, e a falta de aproveitamento escolar é refletida nas notas do boletim. Já nos meninos é mais comum a forma de TDAH que une a hiperatividade com a impulsividade, podendo ou não ser acompanhadas da tendência à distração. O aparecimento das três formas juntas configura a forma mista de TDAH
A dopamina, estimulante que ajuda a fixar a atenção, está presente em menor quantidade no cérebro de quem apresenta o TDAH. Uma sensação de prazer é capaz de aumentar a produção e o aproveitamento da dopamina pelo cérebro – por isso quem tem TDAH, quando faz uma atividade de que gosta, é capaz de se concentrar melhor nela do que numa outra que não lhe é tão aprazível. Isso explica queixas constantes de pais com filhos agitadíssimos e com dificuldade para se concentrar nos estudos, mas que se saem bem no videogame: enquanto a tecnologia evolui a passos largos e os estímulos nesse sentido se tornam cada vez maiores às crianças, a escola permanece no mesmo formato e se torna pouco atraente em comparação com outros estímulos. Apesar de o nome do Transtorno ser constituído da expressão “déficit de atenção”, a Dra. Lais destaca que na verdade os portadores do TDAH têm “excesso de atenção”. “Eles não conseguem evitar que os estímulos competitivos entrem naquele momento em que eles têm que prestar atenção numa outra coisa; é como se fosse uma antena que estivesse captando interferências de outras”, define. E não apenas fatores externos funcionam como estímulos: os próprios pensamentos também.
O ambiente agitado que marca os dias de hoje, com a grande quantidade de estímulos que o constituem, é um fator que propicia a detecção da presença do TDAH num indivíduo. Dra. Lais destaca que, em outros tempos, os estímulos eram menos variados e as possibilidades de “perder o foco” eram também menores. Com isso, menos casos eram observados. Com o passar dos anos, cada vez mais casos de TDAH têm sido reconhecidos por pais, professores e especialistas.
Diagnóstico requer cuidado; tratamento é indispens
ável

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o consumo de metilfenidato -anfetamínico potente usado no controle do TDAH, por agir aumentando a dopamina no cérebro – passou de 23 kg em 2000 para 93 kg em 2003, no Brasil. é comum crianças com TDAH tomarem remédio com esse princípio ativo para, entre outros fins, conseguir a concentração necessária para evitar o baixo rendimento escolar. A partir de uma análise desse panorama, a psicóloga Helena Rego Monteiro acredita que esteja ocorrendo o que ela chama de “medicalização da vida escolar”.
“Hoje, o que parece existir como única opção é a lente da biomedicalização querendo ensinar que não só o ‘fracasso’ do escolar e suas condutas disruptivas, mas a vida como um todo tem um determinado remédio, uma pílula. Hoje, não é raro encontrar em mochilas escolares uma caixa de remédio dividindo o espaço com o lanche, os cadernos e as canetas, dando-nos a impressão de que, naturalmente, fazem parte do material escolar”.
É fato que muitas das ocorrências comuns ao comportamento de alguém que tem TDAH podem ser identificadas em pessoas que não têm o distúrbio. E isso exige atenção. “Quem, nos dias de hoje, não faz mais de uma coisa ao mesmo tempo, ou melhor, várias coisas ao mesmo tempo? Quem não sente medo, não sente uma demasiada tristeza em certos confrontos com as produções de subjetividades do mundo contemporâneo? Então somos todos desatentos, hiperativos, portadores do pânico ou deprimidos?”, questiona Helena, fazendo um alerta para que nem todos sejam taxados de TDAHs antecipada e equivocadamente.
www.polbr.med.brPara o cuidado necessário ao diagnóstico do TDAH, Dra. Lais tem uma definição que segue à risca: só existe transtorno quando há prejuízo. “Tem pessoas que tiram partido da sua hiperatividade: elas conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo e fazem bem. Então não tem transtorno, elas vivem muito bem com a hiperatividade delas”, diz, acrescentando que muitas vezes características de TDAH existentes num indivíduo não têm efeito significativo em sua vida e especificando que o maior problema do TDAH é atrapalhar as funções executivas.
Nas crianças, essas funções seriam atividades do dia-a-dia como almoçar ou tomar banho, por exemplo, que poderiam deixar de ser momentos simples para se tornar demorados ou complicados, mostrando a dificuldade – comum aos portadores de TDAH – de começar e terminar uma tarefa. Na escola, as funções poderiam ser escrever uma redação ou ler o enunciado de uma questão de prova. Muitas vezes quem tem TDAH se sai mal em testes simplesmente porque não teve paciência de ler um texto até o fim. O grau de inteligência que eles apresentam é igual ao dos demais alunos, mas como seu desempenho passa a ser sempre baixo, eles se sentem desestimulados e mais uma vez a escola perde para uma série de outras atividades mais interessantes em que eles se saem bem. À medida que um indivíduo cresce, o grau de dificuldade das tarefas que ele precisa realizar tende a aumentar e, com isso, a frustração por não terminar as atividades ou não obter sucesso ao realizá-las também aumenta.
Dra. Helena questiona a maneira como é feita a separação entre crianças “normais e anormais” e acredita que “o pior efeito do TDAH para a vida de crianças e adultos é ser rotulado pelo saber-poder médico como um ‘doente’”. A psicóloga explica que, para definir a existência do TDAH em indivíduos, os especialistas se baseiam em um manual, que ela não considera suficiente. “A partir do manual seremos capazes de separar doentes e sadios, normais e anormais; poderemos identificar aqueles que desviam do padrão. Nesse sentido, a pergunta que temos a fazer é: desviar do padrão não é bom para quem?”
Dra. Lais conta que, antes de receitar remédio para um paciente, faz uma análise completa de como ele se comporta na escola, mas não se limita a isso. Ela também procura saber, através de relatórios, como é seu paciente em todos os outros ambientes de sua vida – em casa e em momentos de socialização e brincadeiras, por exemplo. Somente quando constata que em todos os setores ele apresenta características de TDAH ela tem certeza da existência do Transtorno e prescreve a medicação. Se o problema se verificar em apenas uma das áreas, a solução é diferente, pois não se trata de TDAH e então receitar metilfenidato seria um equívoco.
Mara sempre achou Fernando diferente das outras crianças, levou-o a vários médicos até se certificar do que tinha e concorda com a Dra. Lais, afirmando que os prejuízos do TDAH são indiscutivelmente sentidos por ele em vários aspectos de sua vida. “Após quase cinco anos em duas faculdades, Turismo e Hotelaria, e depois Design, em que cursa o quinto período, meu filho pensa em largar tudo novamente. Está tentando entrar no mercado de trabalho fazendo Auto-Cad, é muito só e isolado, sofre muito com isso, e com todos os tratamentos que fez, ainda não se encontrou. Isso não é invencionice”.
Se ser taxado de “doente” é ruim, não ser diagnosticado e tratado pode trazer conseqüências ainda piores para quem tem TDAH. O site da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA) afirma que uma de suas grandes lutas é que “o TDAH seja identificado num grande numero de crianças e adolescentes que estão enfrentando grandes dificuldades na vida acadêmica, sem receber diagnóstico ou tratamento adequado”. A associação enfatiza ainda que, mesmo com o aumento de 940% das vendas de metilfenidato de 2000 para 2004, apenas 5% dos pacientes com TDAH no Brasil são tratados.
Um grande problema da atualidade seria o uso indevido do metilfenidato. Pessoas que não precisam de fato da substância, mas que sabem que o medicamento resulta num aumento de concentração e poder de foco, têm recorrido a ele para render mais no trabalho ou conseguir dar conta, com sucesso, de um grande número de atividades, pressões e responsabilidades.
Para cada caso, um tratamento
Conforme enfatiza a Dra. Lais, a neurologia, sozinha, é capaz de tratar casos em que o TDAH se apresenta isolado de alguma outra condição associada – as chamadas comorbidades. Para essas ocorrências, uma medicação baseada em metilfenidato seria suficiente. No entanto, 2/3 das pessoas que têm TDAH têm comorbidades, que exigem a associação de tratamentos diferentes à neurologia. Um transtorno de ansiedade, por exemplo, poderia ser acompanhado por uma terapia cognitivo-comportamental; o aparecimento de uma dislexia necessitaria do acompanhamento de uma fonoaudióloga; transtornos afetivos de humor bipolar exigiriam o suporte de um psiquiatra e até de uma outra medicação.
Fernando representa um caso em que foi necessário associar tratamentos diferentes. Hoje um estudante universitário de 23 anos de idade, ele já fez onze de psicoterapia e cinco de terapia cognitivo-comportamental. Só começou a tomar metilfenidato aos 16 anos de idade. Mara sentiu que o remédio, apesar de contribuir positivamente, não é suficiente sozinho e serve a um propósito específico: ajudá-lo a se concentrar nas aulas.
Dra. Lais admite que o metilfenidato, apesar de geralmente ser bem tolerado, pode ter efeitos colaterais, mas somente enquanto a substância ainda estiver no sangue de quem a ingeriu. Inibição do apetite é geralmente o primeiro efeito, mas também pode ocorrer um aumento da emotividade em crianças. Taquicardia e dor de cabeça muito raramente aparecem. Associado à perda de apetite está o temor dos pais quanto a problemas de crescimento geralmente ligados à medicação. Na verdade, o que acontece é que em algumas fases da vida de quem toma o remédio o crescimento fica menos acelerado do que poderia – mas a altura final do indivíduo não é afetada, conforme explica a neurologista.
A especialista explica ainda que o risco de o medicamento aumentar o uso de drogas é um mito que não procede, pois geralmente quem tem TDAH recorre às drogas procurando alívio e fuga após sofrer inúmeras e sucessivas frustrações, e o remédio serve justamente para ajudar a evitá-las e assim também diminuir a possibilidade de que as drogas sejam buscadas.
TDAH em família
Segundo a neuropsiquiatra Tania Almeida, especializada no atendimento a famílias que têm membros com TDAH, é importante que os portadores do Transtorno e as pessoas que convivem com eles conheçam a maneira como funcionam. “O TDAH é uma disfunção que se expressa por comportamentos peculiares que, se conhecidos, podem ser levados em conta pelo próprio portador – para criar mecanismos compensatórios – e pelos que o cercam – para adequarem suas cobranças e ampliarem suas manifestações de reconhecimento pelo esforço que os portadores fazem para se adaptarem a determinadas exigências sociais”.
Uma dica é evitar a cobrança excessiva, valorizando o que é realmente importante. “Eles (os portadores de TDAH), eventualmente, precisam de mais tempo e mais silêncio para fazerem exercícios escolares e provas; precisam ser auxiliados a criar mecanismos compensatórios para não esquecer, não perder, se organizar, se concentrar; precisam que nós selecionemos dentre as mil e uma incorreções de seu comportamento, poucas para chamarmos atenção, sob pena de serem repreendidos ininterruptamente e ampliarem seu comprometimento no relativo à auto-estima”, alerta Tania.
A neuropsiquiatra enfatiza o quanto pode ser lucrativo o resultado de uma maior compreensão do TDAH. “Pais e parentes esclarecidos, professores e cuidadores esclarecidos, portadores e amigos esclarecidos sobre o funcionamento da disfunção podem com ela lidar de maneira mais favorável, ajudando a sobressair as competências que esses indivíduos também têm – muitas vezes, especiais competências – e não as suas incompetências”.
Saiba mais:


Mitos
sobre o TDAH

Escrito por: Camila Leporace


Nota de TDAF Fortaleza
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Todas as Opiniões
116 opiniões para o artigo: TDAH: quando não compreendido, um transtorno
Opinião de Melissa Teles
Na data: 10 de maio de 2010 as 18:27
Bom sou mãe de um portador de TDAH, tento entende-lo cada vez mais, passamos por várias humilhações, mas decidi enfrentar, pois sou profesora e nesse ano termino a faculdade de pedagogia que estou fazendo para me aprofundar mais sobre esse assunto, tanto para meu filho quanto para ajudar alunos e suas famílias da forma correta, sem punições ou taxar esses alunos, realmente precisamos concientizar as pessoas sobre o TDAH, pelos portadores..
Eles sofrem demais essa exclusão do mundo em cima deles. Adorei as informações que achei aqui , e tenho certeza que vão enriquecer muito minha pesquisa, que também quero apresentar a todas as escolas e famílias da minha cidade possível, para unidos ajudar nossos filhos e alunos.
Obrigada.
Gostaria de receber mais informações se possível.
Opinião de Anna
Na data: 8 de maio de 2010 as 20:19
Sou mãe de dois crianças com TDAH de 6 e 9 anos.
Agora em Fortaleza a uma nova Unidade TDAH com profissionais especializados.
Tem um tratamento da impulsividade e habilidades sócio emocionais a través do esporte
As crianças participam felizes e eu e visto melhoras. Foi um alivio achar profissionais especializados aqui em Fortaleza
http://tdah-fortaleza.blogspot.com/
Anna Rita de Fortaleza, Ceara
Opinião de Lilia
Na data: 22 de novembro de 2009 as 14:16
Sempre achei que o meu filho tinha algo diferente das outras crianças, e principalmente por o meu outro filho ter apenas um ano de diferença.Levei em vários medicos que me diziam que era mania de mãe achar doença no filho.Hoje em dia ele faz movimentos repetitivos mexendo as mãos e é super chato as pessoas perguntarem o que seu filho tem e você não saber. Até que uma pediatra detectou o problema vou começar o tratamento no final do mÊs.
Opinião de joao lucas
Na data: 21 de outubro de 2009 as 18:20
gostaria q vc fizec contato comigo tenho TDAH e tenho coisas para partilhar com vc gostaria q me enformac psicologos em ES sou mtu agitado e tomo concerta um remedio q me faz ficar calmo e com vergonha ja estou cançado das pessoas d hog em dia so penssarem em coisas obscenas e gostaria q seu trabalho sobre TDAH foc publicado melhor e gostaria d compartilhar com as pessoas q TDAH naum eh burrice eh agitaçao q eh mtu diferente gostaria d ajuda tb em escolas para TDAH no ES para contato: 3344-6277
Opinião de Pollyana
Na data: 17 de outubro de 2009 as 14:32
Acho que o TDAH deveria ser mais divulgado e amparado legalmente. Tenho um filho portador de TDAH do tipo predominante/hiperativo impulsivo. Sofremos muito até descobrirmos que tudo o que estava acontecendo com ele, se tratava de uma doença!
Opinião de TICIANA
Na data: 1 de outubro de 2009 as 9:53
VOÇÊ PODE ME INDICAR ALGUM ESPECIALISTA em tdah EM BELEM / PA
Opinião de Rita Barbosa
Na data: 21 de setembro de 2009 as 9:17
Camila, excelente artigo!!!
Tenho TDAH e isso atrapalha muito meu desempenho acadêmico. Vc tem conhecimento de algum profissional, aqui em Fortaleza, especializado em tratamento de adultos com TDAH?
Opinião de Rose
Na data: 9 de setembro de 2009 as 14:23
Ainda não ficou claro para mim, se existe uma lei, que ampara os portadores de DA na realização de provas escolares em tempo especial, já que eles tem dificuldades de se manterem concentrados por muito tempo. Qual a média adotada para eles? Como os pais devem proceder junto à escola?
Opinião de Evandro Correia
Na data: 21 de agosto de 2009 as 20:19
Elaine, você se diz educadora. Que tal melhorar seu português? Está muito ruim…
Opinião de Elaine
Na data: 21 de agosto de 2009 as 19:53
SEU TEXTO ESTA MUITO FACIL P QUALQUER MÃE E PRO COMPPREENDER O TRANSTORNO.
SOU MÃE DE UMA CRIANÇA Q TEM TDAH.E RESOLVI,FAZER MINHA MONOGRAFIA CUJO TEM É:a família no processo de ensino e aprendizagem da criança com Transtorno e Déficit de Atenção e Hiperatividade.SENDO ASSIM COMO MÃE E EDUCADORA RESOLVI ESCREVER SOBRE ESSE TEMA.SE TIVER ARTIGOS,LIVROS,TEXTOS,MONOGRAFIAS,QUE VENHA ME AJUDAR EU GOSTARIA MUITO Q ENVIACE P/ MIM.
DESDE JÁ AGRADEÇO SUA ATENÇÃO.
Opinião de Bárbara Christ
Na data: 16 de junho de 2009 as 23:08
@Leilcia,
Vi a msg que postou pedindo informações sobre TDAH.
Sou licenciada em matemática e estou esrevendo um artigo para TCC sobre TDAH e matemática. Como vi que escreveu para tua monografia, gostaria de pedir que me envie material relacionado ao tema , caso ainda tenha alguma coisa.
Te agradeço,
Bárbara
Opinião de vanusa
Na data: 15 de junho de 2009 as 17:15
Meu filho é portador de TDAH,faz tratamento neurológoco há 5 anos por toda escola que passa
é taxado por preguiçoso,sem limites…Em todas as escolas inclusive na atual já ouvi muitas palavras ofencivas,do tipo que devo colocar limites,regras,há 30 alunos em sala,ele vive sendo retirado da aula,fala com ele mais não escuta,porque a educação vem de berço,parece que eu não o educo nunca ensinei a ele o que são regras e limites,falo pra ele o tempo todo.
Hoje ouvi se ele não tiver limites ficar quieto,fazer tarefas,parar de ficar sem fazer nada será expulso,eu estou sempre procurando informações sobre TDAH porque as redes de ensino não se enformão,porque eu tenho dois filhos um é portador,em uma escola quantos alunos são julgados como sem educação de berço,limites,preguiçosos,inquietos,etc…
Gostaria de saber quais o direitos meu filho tem de permanecer na escola porque ja levei todos os laudos médicos comprovando seu TDAH,deve haver uma lei que ampara essas crianças,acho que não é livrando do problema que resolve tem que tentar ao menos resolve-lo
Opinião de Sirlei
Na data: 27 de maio de 2009 as 11:15
Fico muito feliz ao ler sobre este assunto. tenho dois filhos,onde um é portador de TDA e o outro TDAH. Sei o quanto é difícil o convívio familiar. Mas enfrento grandes dificuldades na escola onde os dois estudam. Fico triste que as mesmas ainda não estão preparadas para lidar com essa crianças. Principalmente quando a orintadora ou psicopedagoga é uma pessoa que se diz saber sobre o assunto, mas não age como tal.
Deveria se ter leis, em que os pais pudessem se ampara, principalmente no que se diz respeito das escolas.
Porque infelizmente os professores não estão sabendo como lidar com essas crianças.
Eu falo de escola particular.
Opinião de andrea
Na data: 22 de abril de 2009 as 14:02
@Maria Aparecida Nunes, Gostaria de receber estas explicações. Tenho uma filha de 5 anos, e a neuro deu um laudo como caracteristicas, nçasei se não quero aceitar ou é complexo mesmo o caso
Opinião de Silvia
Na data: 12 de fevereiro de 2009 as 12:01
Participo de uma associação Instituto Apoio Social e temos um trabalho voltado para o TDAH.
Opinião de LÚCIA CARLOTA
Na data: 25 de janeiro de 2009 as 20:44
LÚCIA CARLOTA – PEDAGOGA E PSICOPEDAGOGA
HIPERATIVIDADE
Hiperatividade vem sendo bastante discutida, em virtude de acarretar sérios problemas de interação social, hoje em dia é considerado uma doença que altera o comportamento e que mais é diagnosticada na escola.
É também associada ao baixo rendimento escolar, porque os pequenos que sofrem desse distúrbio apresentam inúmeras dificuldades de aprendizagem relacionada à atenção e à concentração.
Uma criança mesmo sendo considerada inteligente é muito mal aceita no grupo, porque não consegue parar, levantando-se, anda pela sala de aula distraindo-se e distraindo, perturbando os colegas, impacientando seus professores, promovendo a indisciplina.
Conviver com uma criança hiperativa é muito difícil, pois em sua agitação ela consegue transformar a rotina de todos aqueles que dela se aproxima ou convive no dia-a-dia. O convívio familiar e totalmente alterado, pais, irmãos, professores, muitas vezes ficando sem saber o que fazer.
Sendo o TDAH um transtorno bastante freqüente na idade escolar, pouco se sabe sobre suas causas, apenas conhecemos suas manifestações sintomáticas, porém é um termo bastante usado para descrever uma criança com o comportamento agitado e desatento (BORGES, 1997).
Segundo a Revista Nova Escola (2004, ed. 172), alunos agitados ou desatentos sempre causam preocupação. Antes de atribuir a eles algum tipo de perturbação, é preciso observá-los atentamente, pois há uma série de componentes sociais que também levam uma criança manifestar-se de modo não convencional.
A TDAH é considerado um distúrbio psiquiátrico, portanto uma doença. Na escola os indícios que uma criança possui esse mal precisam ser registrados por no mínimo seis meses antes de encaminhar o aluno a um possível tratamento.
De acordo com a Revista Nova Escola (edição maio, 2000), os professores que têm alunos hiperativos precisam de paciência e disponibilidade e principalmente conhecimento sobre TDAH, pois eles exigem tratamento diferenciado, mais atenção e uma rotina especialmente estimulante para estimular e desenvolver a capacidade de atenção da criança. Valorizando assim seu potencial.
O termo hiperatividade, refere-se a um dos distúrbios de comportamento mais freqüente na idade escolar caracterizado por um nível de atividade motora excessiva e crônica, déficit de atenção e falta de auto-controle.
De acordo com Goldstein (1996), em diversos momentos do século XX, tem-se referido a tais crianças como acometidas de inquietação, falha de controle moral, disfunção cerebral mínima, distúrbio pós-cefálico, reação hipercinético da infância, distúrbio de falta de atenção e distúrbio de atenção por hiperatividade, e mesmo que os rótulos tenham mudado, o mesmo não acontece com o problema o qual permanece ao longo dos anos.
Mesmo, tendo sido conhecido desde o último século, e sido estudado exaustivamente, ainda hoje não se conhecem as causas concretas que ocasionam esse problema.
Acredita-se que a causa mais provável é a hereditariedade e que a doença atinge mais meninos que meninas. Não tem cura, mas pode ser controlada desde a infância, e o problema atenua-se na adolescência, e quando isso não acontece esses indivíduos tornam-se, adultos instáveis e depressivos com tendência a marginalidade.
Conforme Borges (1997), o comportamento, agitado da criança que antes era tolerado pela a família passa a ser inconcebível quando ela inicia a escolarização, por ser a escola o primeiro espaço estruturado e com regras de comportamento e regras.
É a escola que geralmente encaminha essas crianças aos consultórios médicos e psicólogos, tentando enquadrá-las no esquema de ensino e aprendizagem, pois as dificuldades da criança tende a se acentuar na escola, porque ela se mostra excessivamente ativa, demonstrando dificuldade a motivação, e a capacidade de esperar, também tende a acentuar o mau rendimento escolar ocasionando mudança de escola e até evasão escolar.
Para Roucek (1973), quando os pais e professores declaram que, a criança é desatenta estão referindo-se que a mesma criança não presta atenção é descuidada, não é observadora, é distraída ou é negligente, sem grande preocupação significativa.
Ainda afirma Roucek (1973) a falta de atenção leva geralmente a várias hipóteses:
1. Relacionado a distúrbio clínico;
2. Conduta natural que ocorre em vários períodos da vida;
3. Conseqüências de condição social.
Em virtude dessa multiplicidade de possíveis causas do TDAH foi elaborado um rol de sintomas para diagnóstico do Distúrbio de Hiperatividade com Déficit de Atenção terminologia adotada recentemente pelos especialistas:
1. Não presta atenção a detalhes e comete erros nas tarefas escolares;
2. Tem dificuldade de manter à atenção em tarefas ou jogos;
3. Parecem não escutar quando lhes falam diretamente;
4. Dificuldade em seguir instruções;
5. Dificuldade na organização;
6. Evita atividades que exigem esforço mental prolongado;
7. Freqüentemente perde objetos;
8. Distrai-se com facilidade;
9. Esquecimento nas atividades diárias;
10. Fala excessivamente;
11. Interrompe e se interrompe;
12. Dificuldade em esperar sua vez, e outros.
Observa-se também, que, muitas crianças com alguma das características da síndrome são consideradas e tratadas como hiperativos, e que, crianças com hiperatividade não são tratadas.
De acordo com a literatura especializada para ser considerado hiperativos, uma criança deve manifestar um certo número de comportamento em pelo menos seis meses.
Um diagnóstico minuciosos da hiperatividade na infância deve incluir oito tipos de informações: histórico, inteligência, personalidade, desempenho escolar, amigos, comportamento na sala de aula, consulta médica. (GOLDSTEIN, 1992, p. 43)
Segundo Patt (1991), a criança hiperativa é sempre candidata ao fracasso escolar, pois seu comportamento é turbulento e suas dificuldades de aprendizagem foge a norma escolar e ao que é esperado de um bom-aluno.
Ressalta Wallon (1971) que é preciso compreender que por trás da descarga impulsiva existe a expressão das necessidades múltiplas da criança que reclama de afeto, ajuda e compreensão.
Segundo Silva (2004) em sua monografia acredita que as escolas deixam muito a desejar, confundindo TDAH com indisciplina e destaca que a sala de aula deve ser organizada e estruturada, e que o professor deve estar preparado para receber uma criança portadora de TDAH e a avaliação deve ser freqüentemente e imediata, procurando valorizar o potencial e habilidades da criança.
Afirma Melvin (1990) que o quadro de hiperatividade é mais freqüente em crianças primogênita, e que o estresse e transtorno psiquiátrico na família aumenta o risco do aparecimento dos sintomas do TDAH.
O tratamento é multidisciplinar e compreende conversas com a criança e a família, consultoria escolar, mudanças ambientais e medicação.
Em casos leves o distúrbio pode ser tratado apenas com terapia e reorientação pedagógica, e em casos graves necessitam de tratamento com medicamentos que deve durar até a adolescência.
Informa Goldstein (1996) que pais de crianças hiperativas devem possuir uma compreensão realista dos tratamentos médicos e não médicos adequado, e que não existe cura, porém, pais e educadores, podem encontrar formas para ajudá-los a serem bem sucedidos.
Nem sempre os pais admitem que o filho é hiperativo, muitos acham que a criança é esperta e está sempre interessados em novidades.
É importante que os pais busquem terapia para adquirirem informação e apoio, diminuindo assim o sentimento de frustração e isolamento que atinge à família. É aconselhável que os pais não se prendam demasiadamente ao problema da hiperatividade da criança, faz-se necessário um descanso, ocupando-se em outras atividades prazerosas a fim de amenizar o desgaste emocional que é uma constante na vida familiar, como também, incentivar a criança a participar de projetos de seu interesse contribuindo assim, com uma melhoria na concentração.
O papel da escola é fundamental na observação da criança hiperativa, pois geralmente ela costuma nos intervalos se meter em brigas, ou brincar quase sempre sozinha, tenta chamar atenção ou se comporta como se fosse alienada.
As meninas que sofrem da doença são mais distraídas, falam demais ou simplesmente se isolam. Os meninos não conseguem manter amizades por muito tempo são agitados e interrompem a aula constantemente.
Na idade escolar, a criança hiperativa
Começa a se aventurar no mundo e já não tem à família para agir como amortecedor. O comportamento, antes aceito como engraçadinho ou imaturo, já não é tolerado… Ela precisa agora aprender a lidar com regras a estrutura e os limites de uma educação organizada e seu temperamento simplesmente não se ajusta muito bem as expectativas da escola. (GOLDSTEIN, 1996, p. 106)
Um dos fatores que mais dificultam o rendimento escolar da criança hiperativa é o déficit de atenção, pois todo momento na classe sua atenção é requisitada pelos colegas e professores. Se a criança hiperativa tem dificuldades de atenção, toda sua aprendizagem pode estar comprometida.
Sua atenção é flutuante, pois qualquer ruído ou movimento a impede de concentrar-se no que começou a fazer. A criança não consegue memorizar bem e tudo que aprendeu deve ser ensinado no dia seguinte.
Quanto mais o professor: "exige a atenção, mais aumenta a tensão emocional e se reduz sua capacidade de prestar atenção" (BORGES, 1997, p. 88).
Patto (1991, p. 340), refere-se ao fracasso escolar, baseada na teoria do déficit e da diferença cultural, precisam ser revistos a partir do conhecimento dos mecanismos escolares de dificuldade de aprendizagem.
ABDA, sugere algumas intervenções do professor para ajudar a criança com TDAH a se ajustar melhor à sala de aula:
• Proporcionar estrutura, organização e arrumação das cadeiras, regras claras é definidas;
• Colocar a criança perto de colegas que não o provoquem, e perto da mesa do professor;
• Encorajar freqüentemente, elogiar, ser afetuoso;
• Proporcionar um ambiente acolhedor;
• Nunca provocar constrangimento;
• Comunicar-se com os pais;
• Ir devagar com o trabalho, proporcionando atividades curtas;
• Recompensar esforços;
• Favorecer oportunidade para movimentos monitorizados.
Imaginemos então em todas as dificuldades por que passam as crianças que são consideradas inadequadas no sistema escolar, em virtude de suas incapacidades. Todos esses aspectos poderiam se constituir num somatório de dificuldades que impedem o estabelecimento interativo proveitosos a formação de vínculos afetivos com aqueles que os rodeiam.
As crianças com esse problema consegue despertar reações de aversão ou negação, por causa de sua inquietação, impulsividade e emotividade excessiva, pois demonstram um certo desequilíbrio entre o pensar e o agir.
Afirma Goldstein (1996), que durante os últimos dez anos profissionais de saúde mental e educadores, manifestaram interesse na área de aptidão sociais e desenvolvimento de amizade, a fim de que a criança possa manter as relações, visto que é um importante fator para prognosticar a felicidade desta criança até a maturidade.
Crianças hiperativas mais velhas tem uma grande dificuldade de fazer amigos e desenvolver aptidões sociais mais complexas, por causa do seu comportamento desatento impulsivo e intempestivo (GOLDSTEIN, 1996, p. 83)
A falta de atenção e concentração, como também a excessiva atividade motora em uma criança hiperativa, interfere na aprendizagem levando ao baixo rendimento escolar, como também a um desequilíbrio no convívio familiar.
. BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, P. Déficit de atenção. Revista Nova Escola. 2004, nº 172, p. 28 – 29.
BORGES, S.M.C. Há um fogo queimando em mim: as representações sociais da criança hiperativa. UFC. Fortaleza, 1997.
BREINIS, P. Hiperatividade: um distúrbio infantil a ser tratado. Disponível em http://www.aomestre.com.br. Acesso em 08 outubro 2007.
BROMBERG, M.C. TDAH e a Escola. Disponível em:http://www.hiperatividade.com.br. Acesso em 15 novembro 2007.
GENTILE, P; Indisciplinado ou hiperativo? Revista Nova Escola. Disponível em: http://www.novaescola.com.br Acesso 08 novembro 2007.
GOLDSTEIN, S. M. Hiperatividade: como desenvolver a capacidade de atenção da criança. 2ª ed. Papirus. São Paulo, 1996.
___________. Hiperatividade: como desenvolver a capacidade de atenção da criança. 3ª ed. Papirus. São Paulo, 1996.
HIPERATIVOS FAMOSOS. Disponível em http://www.orientacoes medicas.com.br. Acesso em 16 novembro 2007.
LEWIS, M.; WOLKMAR, F. Aspectos clínicos do desenvolvimento na infância e adolescência. Artes Médicas. Porto Alegre, 1990.
PATTO, M.H. A produção do fracasso escolar: história de submissão e rebeldia. Queiroz LTDA. São Paulo, 1991.
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ROUCEK, J. A criança problema. 2ª ed. Instituto Brasileiro de Difusão Cultural. São Paulo, 1973.
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SILVA, R. da. SOS sala de aula inquieto ou hiperativo. Revista Nova Escola. Disponível em: http://www.novaescola.com.br. Acesso em 21 novembro 2007.
TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÃO E HIPERATIVIDADE. Disponível em http://www.abcdasaude.com.br. Acesso 23 março de 2007.
WALLON, H. As origens do caráter da criança. Difusão européia do livro. São Paulo, 1971.
Opinião de ROGERIO UCHOA
Na data: 4 de outubro de 2008 as 4:01
GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE O ASSUNTO, ATÉ PORQUE TENHO UM AMIGO, QUE PASSA POR ESSE PROBLEMA.SO HOJE ELE ALUGOU 10 FILMES PARA VER, E TODOS ESTAVAO ERRADOS E SO ELE TINHA RAZAO. TA LARGADO NA CAMA , ISSO ME DEIXA TRISTE.
Opinião de julia
Na data: 23 de setembro de 2008 as 20:21
Gostaria de receber informações sobre escolas e métodos de alfabetização para crianças com tdah em Belo Horizonte.
Grata!
Opinião de Renata
Na data: 19 de setembro de 2008 as 11:27
Olá!desconfio que meu filho tenha tdah,pois são reclamações constantes e seu comportamento diferente.queria saber onde posso procurar ajuda gratuita em Brasilia,estou desesperada!!!!!!!!!
Opinião de tatiana
Na data: 31 de agosto de 2008 as 15:25
adorei a reportagem!!!
muito interessante e envolvente.
O meu tcc vai ser sobre o assunto…quem puder me enviar materias sobre o assunto e me manter informada agradeço!
obrigadaaaaa
Opinião de tatiana
Na data: 31 de agosto de 2008 as 15:25
adorei a reportagem!!!
muito interessante e envolvente.
O meu tcc vai ser sobre o assunto…quem puder me enviar materias sobre o assunto e me manter informada agradeço!
obrigadaaaaa
Opinião de Suzana Carneiro
Na data: 15 de agosto de 2008 as 17:19
Oi. Finalmente achei um site para poder desabafar um pouco. Tenho um filho de 7 anos que tem TDAH. Na escola e nos relacionamentos com as outras pessoas ele é nota 10. A nossa dificuldade maior é em casa.Está sempre gritando, mau – humorado e, principalmente opositivo – se existe esta palavra – . Gostaria de manter contato com outras pessoas e/ou mães. Estou ficando quase " louca". Minha paciência está esgotando.
Meu contato é: familialisboacarneiro@hotmail.com
Opinião de Shirley Mara
Na data: 3 de agosto de 2008 as 19:39
Acho muito bom que alguém possa dar depoimentos sobre po tdha, meu filho tem e gostaria de dividir conhecimentos com mais alguém sobre o assunto, infelizmente o preconceito é muito grande, as pessoas não entendem, só recriminam
Opinião de joao quadros
Na data: 26 de julho de 2008 as 12:47
TDAH É UMA PATOLOGIA CRÔNICA E SÉRIA, TEM MUITA REPERCUSSÃO NA VIDA DO INDIVÍDUO.DEVE SER PRECOCEMENTE TRATADA PARA NÃO HAVER CONSEQUENCIAS DESAGRADÁVEIS.O COMPORTAMENTO DIFERENTE GERA REJEIÇÃO DO GRUPO DE IGUAIS, LEVANDO A BAIXA AUTO ESTIMA,USO DE DROGAS E DEPRESSÃO.DEVE SER LEVADO MUITO A SÉRIO POIS SÓ QUEM PERDEU COM ISTO E SOFRE NA CARNE OS PREJUÍZOS(PERDI EUM IRMÃO) E PUDEMOS AUXILIAR AO FILHO DELE E O MESMO ESTA MUITO BEM.PROCUREM PROFISSIONAIS SÉRIOS E QUE ENTENDEM REALMENTE DA DOENÇA.VIDE SITE DA ABDA(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO DEFICIT DE ATENÇÃO)
Opinião de marcilene
Na data: 7 de julho de 2008 as 13:41
Eu tenho um filho de 10 anos que tem TDAH, foi diagnosticado com 2 anos e desde lá venho fazendo tratamento com ele em varios lugares a ultimo lugar que ele se tratou foi a Santa Casa da Misericórdia no Rio de Janeiro, mas eu não quero mais dar Ritalina para ele pois ele fica muito magro, não come nada, e fica com a aparencia de quem está passando fome. Agora por conta própria dou a ele remedio natural como passiflorine, mas não faz efeito. Não sei o que fazer, preciso de orientação. Pois hoje mesmo veio um bilhete do colégio me chamando porque ele mordeu um colega durante um desentendimento, e depois ele se arrependi do que fez, mas ai é tarde.
Opinião de ana luiza
Na data: 28 de junho de 2008 as 20:25
eu tenho tenho TDAH, sofro muito preconceito por ser agitada ter dificuldade de consentração.
Opinião de Mara Azevedo
Na data: 9 de junho de 2008 as 0:56
Estou "colando" este texto da Associação Brasileira de Psiquiatria, pois apesar de ser de 2006 faz uma referência importante à questão educacional para os portadores de déficit de atenção.
Eu poderia "copiar" e colar" trechos das opiniões de muitos de vocês e teria o retrato de meu filho com 11 anos, ele faz un trabalho pelo 3º ano seguido com uma psicopedagoga que o diagnosticou e preparou um laudo parao neurologista. Tratei de levá-lo para alguém que tivesse uma visão mais ampla e não tivesse como única opção o uso da ritalina. Ele fez encefalograma e não prescreveu o remédio. Preferimos engajar-nos em auxiliá-lo mais efetivamente, participando mais de sua vida, demosntrando interesse pelo que ele realmente gosta: personagens de desenhos animados, dinossauros, dragões (que ele desenha maravilhosamente. Ele tem memória auditiva, então sei que se ele me ouvir lendo textos do livro de história ele memoriza mais facilmente, se converso com ele em inglês ele entende tudo o que falo, mas não quer dizer que lembre como escrever e aí por diante. Suas notas não são grande coisa, mas não perdeu nenhum ano até agora. Apesar de estudar em escola particular, é um colégio considerado "fraco" perto de outros. Mas o que sei é que a educação formal no caso dele vai precisar ser levada da melhor maneira possível, pois sei que ele tem muitos talentos. Esta semana ele musicou um texto de Charlie Chaplin que estava no mural do meu escritório e em questão de minutos estava com o texto praticamente memorizado, o assunto era justo sobre autoestima, algo tão prejudicado pelo transtorno. Continuaremos em busca de respostas …
Déficit de atenção tem conceito reexaminado
A recente decisão de recomendar os mais sérios alertas permitidos no empacotamento do Ritalin e outros medicamentos para desordem de déficit de atenção irá certamente diminuir o explosivo crescimento no uso dessas drogas
Veículo: Último Segundo
Seção: Home
Data: 09/03/2006
Estado: SP
A recente decisão de recomendar os mais sérios alertas permitidos no empacotamento do Ritalin e outros medicamentos para desordem de déficit de atenção irá certamente diminuir o explosivo crescimento no uso dessas drogas.
Essa era a intenção de alguns membros do comitê conselheiro da Administração de Drogas e Alimentos (FDA) que convocou o alerta de empacotamento, conhecido como um aviso de tarja-preta.
Mas a recomendação e preocupações sobre crescimento no uso dessas drogas pode forçar-nos a pensar sobre a desordem, conhecida como ADHD, de novas e diferentes maneiras, de um ponto de vista evolucionário e contextual.
Cada geração gosta de acreditar que está testemunhando a mais dramática época na história da espécie humana. No caso do atual mundo Ocidental, essa crença pode de fato ser precisa, particularmente na luz das fulminantes mudanças dos últimos 30 anos.
Como o escritor de negócios e consultor Peter Drucker apontou, a maioria das pessoas nos EUA, Japão e partes da Europa são “trabalhadores conhecedores”. Vivemos em uma era da informação, em uma economia baseada no conhecimento.
Para aqueles de nós que têm “desordem de excesso de atenção” – um termo cunhado por dr. Ned Hallowell, um psiquiatra em Boston que tem ADHD – esta economia baseada em conhecimento tem sido uma presente de Deus. Nós triunfamos.
Mas casos de desordem de atenção, entre 5 e 15 por cento da população, estão em uma distinta desvantagem. O que uma vez conferiu certas vantagens em uma era de caça e acumulação, em uma era agrária ou até mesmo numa industrial é agora uma falha de caráter potencialmente horrível, fazendo pessoas sentirem-se burras ou preguiçosas e irresponsáveis, quando na verdade nenhuma descrição é apropriada.
O termo de desordem de déficit de atenção ocorre ser um nome impróprio. A maioria das pessoas que a possui realmente têm notavelmente boas amplitudes de atenção enquanto fazem atividades que gostam ou acham estimulantes. Como Martha B. Denckla, do Instituto Kennedy Krieger, em Baltimore, notou, nós deveríamos, provavelmente, estar chamando a condição de algo como “desordem de inibição de intenção”, porque é uma condição na qual a melhor intenção de alguém – digamos, ler 50 páginas em uma densa apostila ou escrever um trabalho de 10 páginas em uma hora apropriada – fica distorcida.
Essencialmente, ADHD é um problema que lida com o servente trabalho da vida diária, o tédio envolvido em muitas situações escolares e em empregos.
Outro carimbo, impulsividade, ou sua variante mais positiva, espontaneidade, parece ser um vestígio de animais mais baixos forçados a sobreviverem na vida selvagem. Animais selvagens não podem sobreviver sem uma extraordinária habilidade de reagir. Se predadores os emboscarem, eles precisam agir rapidamente.
Este vestígio ressalta o fato de que a variabilidade da genética humana, o fato de que nós não somos clones uns dos outros, nos permitiu sobreviver como espécie por 150 mil anos em uma variedade de contextos e ambientes.
Em essência, a desordem de déficit de atenção é induzida por contexto. Em muitas situações quando alguém é engajado em atividades de participação ativa ou atividades que recompensam espontaneamente, ADHD não é uma desordem.
Ultimamente, se estudos mostrarem provas convincentes de que crianças e adultos têm sido feridas por medicações para desordem de atenção, cardiologistas terão obrigação de nos dizer para parar com o uso.
Mas uma mais fundamental acomodação social seria altamente benéfica – para reconhecer que cada criança e adulto aprende e atue diferente e melhor em certos contextos, não tão bem em outros.
Como Arthur Levine, presidente da Teachers College na Universidade de Columbia, notou, futuros professores serão capazes de individualizar e personalizar a educação de estudantes.
Algumas crianças e adultos com desordem de atenção podem precisar de aprendizado mais ativo. Alguns podem atuar mais efetivamente usando computadores e jogos ao invés de livros. Outros podem se sair melhor com trabalho de campo e programas mais arriscados.
Se é de fato uma desordem influenciada pelo contexto, vamos mudar os contextos em escolas para acomodar as necessidades de crianças que a tem, não apenas apoiar e acomodar as necessidades de crianças com desordem de excesso de atenção.
Para aqueles com desordem de atenção que desejam ser participantes completos em um mundo baseado no conhecimento, medicações igualam suas oportunidades. As drogas deveriam e podem ser usadas somente como necessárias no contexto de lidar como o tédio das escolas ou o profuso material de trabalho de alguns empregos.
Cardiologistas, bio-estatísticos e advogados de consumidores podem clamar, apropriadamente ou não, para reduzir o uso das medicações. Mas a menos que nós voltemos para o mundo dos homens das cavernas, algumas pessoas acharão os medicamentos cada vez mais necessários para ter sucesso como trabalhadores conhecedores em um mundo moderno drasticamente transformado.
ABP . Associação Brasileira de Psiquiatria
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Opinião de Paula
Na data: 27 de maio de 2008 as 13:51
Começei a tomar a Pilula Primeira,mais to com medo quais são as consequências que eu vou ter quando eu quiser ter um filho ?
me respondam por favor !
Opinião de veronica
Na data: 16 de maio de 2008 as 23:34
Meu filho tem 12 anos e tem muita dificuldade escolar, levei ele a um neuro no qual pedeiu um eletroencefalograma e deu td normal, sendo q foi realizados alguns testes com ele e foi detectado tdah, ele indicou Imipramina, meu filho já esta tomando a uma semana e as vezes reclama de dores na cabeça, tontura com a claridade, gostaria de saber mais sobre este medicamento! Aguarto um contato!
Opinião de luciana
Na data: 9 de maio de 2008 as 20:06
meu filho tem deficit de atencao.
as vezes ele tem visoes
como saber se ele é uma criança indigo?
Opinião de Amanda almeida
Na data: 8 de maio de 2008 as 16:39
Minha filha tem 36 anos, se encaixa, nos termos,porém toma gardenal, é o caso do medicamento ritalina?
Opinião de nivea
Na data: 7 de maio de 2008 as 13:46
meu filho tem tdah gostaria de saber mais
Opinião de Maria Aparecida Nunes Na data: 9 de abril de 2008 as 10:25
Matéria excelente, com explicações corretíssimas sobre portadores de TDAH. Eu como mãe de uma adolescente de 14 anos, que faz uso de ritalina, senti-me aliviada e compreendida ao lê-la. Recomendarei as pessoas que passam pela mesma situação e ainda não tem diagnostico de seus filhos.
Opinião de sheila
Na data: 5 de abril de 2008 as 18:29
excelente matéria
Opinião de Angelica
Na data: 3 de abril de 2008 as 11:52
meu filho tem17 anos e fez tratamento de 1 anos para ca naum quiz mais como posos estar ajundando ele
seu comportamento mudou.ele tomava imipramina e ritalina
um grande abraço
Opinião de Lucy Gomes de Moraes
Na data: 2 de abril de 2008 as 15:39
Mandem apoio ao Dep.Alceni Guerra, que está com um projeto de lei, em que transforma os portadores de TDAH, em portadores de necessiadades especiais.E peçam p/ que as medicações sejam distribuídas pelo Estado, pois são medicação de uso contínuo,necessário e muito caros!!!!!!!!!!!
Abraços
Opinião de Jerusa A. Machado
Na data: 28 de março de 2008 as 14:02
Tenho um filho de 07 anos, que foi diagnosticado em 2006 como portador do TDAH.Desde então ele vem sendo medicado com ritalina e tendo acompanhamento psicopedagógico.Foi um alívio o diagnóstico pois eu e meu marido sabíamos que havia algo errado mas não sabíamos exatamente o quê e como conduzir.Passamos por diversos especialistas até finalmente acertarem no diagnóstico;e daí em diante ele tem tido progressos vizívéis, apesar de ainda não ter conseguido ser alfabetizado.
Danilo, teve a parte motora desenvolvida muito rápida( andou com 06 meses de idade) e nunca tínhamos visto caso parecido; mas em compensação a parte cognitiva ficou atrasada; ele hoje está com 07 anos e a linguagem e maturidade é de 03/04 anos. O que torna a coisa mais difícil, pois muitas ordens ele esquece facilmente bem como tem dificuldade de identificar "perigos".
Com relação a escola tivemos muita sorte e orientação tambem.Fomo orientados pela psicóloga que o assistia de que existe legislação específica para as crianças portadoras de necessidades especiais; montamos um processo como laudos de neurologista e psicólogo e o Estado de Minas, contratou e disponibilizou um Professor especialista para acompanhar meu filho em sala de aula.Desde então como ja disse ele tem tido grandes progressos.
O que tenho a dizer é que os pais não desanimem e busquem os direitos da criança. Meu filho e aluno da rede pública em Minas Gerais e esta tendo o menor acompanhamento possível no caso dele e tudo disponibilizado pelo Estado.
Abraços.
Opinião de lucia carlota
Na data: 27 de março de 2008 as 11:20
olá leandra crianças agitadas ou desatentas sempre causam preocupação, porém antes de atribuir a eles algum tipo de perturbação, é preciso observa-lo nos tres contexto escola, família e social, até pq há uma série de componentes sociais que levam a criança a se comportar de modo não convencional. Portanto a família deve observar se a desatenção acontece em várias situações,e a escola deve fazer um teste para medir a grau de desatenção do aluno, acredito eu q a professora tenha algum conhecimento sobre TDA
( transtorno de déficit de atenção)antes de leva-lo ao psicológo, psicopedagogo ou a um neurologista. vc pode fazer um teste simples observe se o aluno: frequentemente falha em dar atenção a detalhes ou comete erros grosseiros nas atividades escolares, tem dificuldade em manter atenção em tarefas lúdicas, parece não escutar quando lhe falam, não consegui seguir instruções, tem dificuldade em organizar as atividades escolares, perde coisas para suas atividades como: brinquedos, livros materias escolares ou coisas pessoais com frequencia , é facilmente distraido por estimulis externos, se esquece das atividades diárias. se ele apresenta esses sintomas a pelo seis meses tempo necessário para q possa se dizer se a criança é portador de TDA sem hiperatividade pois como vc escreveu q a professora relatou ser uma criança comportada. porém aconselho leva-lo a um especialista principalmente se a desatenção esteja prejudicando o seu desenvolvimento escolar.
Opinião de leandra
Na data: 24 de março de 2008 as 15:58
olá, eu tenho um sobrinho de 14 anos e desde a infância tem sido uma luta na escola e com a família, até agora é necessário que estude com ele, tem dificuldade em se concentrar nas aulas, embora todos os professores digam que é educado e bom, há anos já passou por psicólogos e na escola nao chegam a um bom resultado nunca…em compensação faz desenhos de carros como ninguém…agradeço se alguém me indicar algo sobre esse caso. obrigado.
Na data: 20 de março de 2008 as 17:40
Parabéns pela exelente matéria bem objetiva e que desmistifica o TDA/H!
Adotamos uma filha com 6 anos e não sabiamos que tinha TDA/H.Temos passado momentos difíceis,pois desconheciamos completamente este problema.
Parabéns,obrigado pela colaboração!
Na data: 15 de março de 2008 as 16:59
Gostei muito do artigo, que satisfaz a leigos e a profissionais no assunto. Eu sou psiquiatra especialista em TDAH. É importante que o diagnóstico precoce e o tratamento correto possam ser instituídos o quando antes. Diagnosticar e tratar uma criança com TDAH traz uma sensação de estar "salvando" uma vida, que, certamente, sem tratamento adequado, estaria fadada ao insucesso e a muitos fracassos. parabéns a autora do artigo.
Opinião de Malu
Na data: 13 de março de 2008 as 22:05
Rose, tenho um aluno que tem TDAH. No Início do ano passado não percebi…e isso desencadeou uma série de outros problemas, durante os dois 1º bimestres ele teve uma "média" abaixo do nível da classe…solicitei uma reunião com a mãe…que a partir daí fiquei sabendo desse transtorno diagnosticado pelos médicos… e que a mãe apresentava uma certa resistencia à esses medicamentos…conversei muito com ela. E a partir daí passei a observar melhor o comportamento da criança que qdo estava sendo medicada era evidente seu sucesso na aula…mais atento…caprichoso e até mais carinhoso…Decidi ter uma conversa mais séria com a mãe…Este ano peguei a mesma turma, ele continua comigo…e aprentando resultados extremamente positivos…Adoro relatar este fato…e sempre levo resultados da minha aula para o meu curso de pós graduação em psicopedagogia clínica…Se ue puder ajudá-la, conte comigo…Beijos pra ti e seu filhote…
M@lu
Opinião de Rose Cruz Vieira
Na data: 28 de fevereiro de 2008 as 8:19
Adorei esta matéria sobre TDAH, poois descobri que meu filho de 9 anos tem TDA e ta difícil p eu aceitar que ele tem que tomar remédio Ritalina LA 20 mgr, gostaria de saber opiniões de quem ja esta com este medicamento até quando tem que ficar tomando, sou contra medicamento forte p criança, mas sei que ta sendo tratado por uma boa equipe , mas até quando vai isso????
Opinião de silvia rozendo leite braga
Na data: 26 de fevereiro de 2008 as 10:36
Tenho um filho que hoje tem 14 anos, que sempre foi muito agitado desde pequeno,inquieto, na para de balançar as pernas quando precisa fazer alguma coisa importante,não consegue se concentrar, tudo que começa a fazer não termina,na escola é só reclamação,ele é muito nervoso, as vezes fica até agressivo, levei em vários médicos, até que uma médica de mogi constatou que ele era tdha,começou tomar a ritalina, mas agora não quer mais tomar, porque os colegas falam que é remédio pra louco, não sei mais o que fazer, está cada vez mais dificil controlar ele, tanto em casa como na escola, estou tentando marcar uma consulta pra ele no hospital das clinicas, mas não consigo, eles falam sempre a mesma coisa não tem vaga, os médicos de minha cidade me disseram que ele precisa fazer um tratamento logo, pois já está com 14 anos, me indicaram o prodath, dos hospital das clinicas, mas por favor se alguem souber como me ajudar por favor eu peço ajuda pois não sei mas como lidar sozinha com este problema, sem mais obrigada
Opinião de girlene -Ba
Na data: 23 de fevereiro de 2008 as 20:10
Tenho uma filha de 7 anos
que é´TDHA.e até chegarmos
ao diagnostico foi muito dificil para nós,mas graças
a DEUS ele colocou uma professora psicopedagoga
no caminho de nossa filha
que nos chamou aténção sobre o problema já que eramos leigos sobre o assunto.Hoje diagnosticada
pela neuro ela toma RITALINA,grças a DEUS ela está bem concentada.Tivemos a sorte
que recebemos apoio da ESCOLA em que ela estuda
e isso nos ajuda muito,Digo
pra vcs nÃo é facil ter um filho,TDHA,mas lutem eles precisam muito de nosso apoio.
Opinião de Isabela Donato
Na data: 19 de fevereiro de 2008 as 20:20
Poxa,adorei,muito bem focada,tenho um sobrinho de 14 anos que é TDAH,e sei a dificuldade que ele e minha irma tem para com a escola e outros..Minha irmã só descobriu quando ele tinha 9 anos,e foi com um exame de eletroencefalograma,e hoje graças a ele farei uma monografia sobre as dificuldades do hiperativo na escola,faço licenciatura em ciencias biologicas e pretendo ser uma profissional preparada,porque sei que é o que está faltando nas escolas,por esse motivo tambem dentre outros o meu sobrinho sofre muito,inclusive a pouco tempo a diretora da escola onde ele estuda, queria tranferir meu sobrinho para outra instituição de ensino,mas eu lutei com minha irmã e ela não conseguiu,fui atras de materias na internet,inclusive gravei um cd para ela assistir,e ela achou que estavamos ameaçando ela,foi muito ignorante,mas no ato eu precisei falar que ela estava sendo preconceituosa com meu sobrinho,e que ele estava com a auto estima baixa e assim sendo fui explicando a ela o que era hiperativiade,se ela entendeu eu nao sei mas meu sobrinho esta lá,graças a Deus,entao o que eu peço é que as pessoas lutem pelos ideais de seus filhos,pois principalmente os hiperativos sofrem muito com tipos de preconceitos como esse,e algumas pessoas acham até que não existe TDAH,e sim crianças desobidientes,acho que isso é ignorancia,portanto gente mostrem a essas´pessoas que seus filhos merecem inclusão como qualquer criança normal,só que com cuidados diferentes,uma atençao só isso é que elas querem…Muito obrigado por ter escrito esta materia,muito inteligente!!!!
Opinião de Rose Dias
Na data: 17 de fevereiro de 2008 as 19:30
Bastante esclarecedor, porque sintetiza bem e mostra o lado dos pais. Meu filho acabou de completar 9 anos e iniciou 2008 na sua 12ª escola. Moro em Santos/SP e dá para calcular o despreparo aqui. Agora, busco saber pelos professores. Contem comigo!
Opinião de andréa rocha
Na data: 12 de fevereiro de 2008 as 22:20
Meu filho tem 10 anos e é portador de tdah,venho passando por varios problemas com ele,mais o principal è na escola .Ele vem sofrendo discriminações dentro da escola com professores , cordenadores e direção. No ano passado ele foi posto para fora da sala de aula sentado na carteira,e professora que esta fazendo faculdade de piscologia ainda usou o meu filho de exemplo a não seguir"mesmo sabendo de seu problema",pois eu desde o começo do ano conversei com ela sobre o tdah,.falei sobre o uso de sua medicação (trofanil)e mesmo assim ela não mudou sua postura com ele.Bem conversei varias vezes com ela durante o ano todo , como não resolveu fui procurar a direção , mais uma decepção ,a diretora me disse que só mudaria a forma de tratar o meu filho com um laudo médico caso contrário nada mudaria ; por favor me ajudem o que posso fazer a respeito disso ,como devo agir para obter os direitos do meu filho??
Opinião de Marcos
Na data: 12 de fevereiro de 2008 as 12:16
Muito interessante e esclarecedora a matéria. Várias características diagnosticadas posso perceber no comportamento de minha filha. Gostaria de saber se alguém em Curitiba poderia auxiliar a confirmar essa suspeita, ou indicar algum especialista na matéria.
Opinião de akire
Na data: 7 de fevereiro de 2008 as 8:38
Tenho um parente com TDAH e sei o quanto é difícil a convivência com pessoas com esse problema. O TDAH acabou o levando ao abuso de drogas o tornando dependente. O melhor a fazer com pessoas com TDAH é tratar o mais cedo possível pois os transtornos que essa doença provocam são terríveis.
Opinião de katia RR
Na data: 8 de janeiro de 2008 as 10:08
Tenho dois filhos maravilhosos, uma menina de 10 anos e um menino de 5 anos.Mas o menino é muito agitado e não fica quieto para nada e esta ficando agresivo. E levei ele ao neuro e ele passou um remedio para epilepsia(tegretol) não entendi pois ele não apresenta nem um sintomas dessa doença,ele me disse que ele tem todo sintomas de Hiperatividade,(TDAH) comecei o remedio hj, e ainda vou fazer o eletro. sera que este medicamento é o certo estou com muita duvidas e com medo, mas vou dar ate a proxima consulta. Por favor tire a minha duvida, se tenho que trata-lo para ter uma vida normal gostaria de fazer de maneira que não o prejudique ainda mais. Muito obrigada.
Opinião de Adilson Rocha
Na data: 2 de janeiro de 2008 as 23:12
Em resumo é preciso ter muita paciência com quem tem esses tipos de problemas.o melhor é utilizar todo o tratamento disponível, até que um dia possamos ter um tratamento eficaz
Opinião de Iraildes Silva de Souza
Na data: 19 de dezembro de 2007 as 20:42
Renata, gostaria de saber qual tipo de comportamento sua filha apresenta?sou psicopedagoga e gostaria de pode ajudar,moro no rj,coso haja interesse entre em contato,para que possamos agenda uma avaliaçao.Aguardo retorno.
Opinião de Renata
Na data: 12 de dezembro de 2007 as 10:01
Por favor peço ajuda, pois desconfio que a minha filha de apenas 05 anos apresenta um comportamento muito diferente.Gostaria de saber como eu faria para diagnosticar se algo errado com ela, a que médico primeiro devo ir, pois quando a levei no neuro, ele logo passo para ela um tal de trofenol, só de olhar para ela, mas me disse que ela não hiperativa e nem tem outro taranstorno, emfim me ajude moro no RJ, no momento não tenho condiçãoes financeiras para manter um plano de saúde, então me oriente onde eu poderia começar a investigar talvez uma doença em minha filha. Atenciosamente.
Opinião de Tânia
Na data: 10 de dezembro de 2007 as 10:25
Meu filho é epilético, hiperativo e tem TDAH, até então os únicos problemas eram com o comportamento dele mas esse ano a professora dele (mal preparada para isso eu acho), excluiu ele das atividades e só soube fazer críticas a respeito. Chorei muito pois magoa ver um flho de 6 anos ser tratado dessa maneira, gostaria muito de saber qual a melhor forma de ajudá-lo.
Ele vai ao neurologista pelo menos a cada três meses e já esteve em psiquiatra e psicólogo mas não houve melhora significativa. Acredito que meu marido tenha o mesmo problema de atenção e tem menos paciência com o menino sobrecarregando-o com cobranças e estressando-o sempre.
O que fazer para que ele cresça de forma saudável e em paz.
Opinião de Altair
Na data: 7 de dezembro de 2007 as 10:39
Interessante a matéria, gostaria de receber informações atualizadas sobre o assunto uma vez que acredito que meu filho tenha TDAH e gostaria de ajudá-lo.
Opinião de Alcione
Na data: 28 de novembro de 2007 as 12:12
magnifico, excelente, parabéns
Opinião de elen viana
Na data: 23 de novembro de 2007 as 22:13
este artigo me ajudou muito, pois sou hiperativa, tenho anos, sou professora e tenho escutado muitos amigos de profissão falarem que sou desorientada,simplesmente pelo fato de eu não ter parada.Estou sempre em movimento..rs..é dificil para um hiperativo nesta sociedade, muitos não entendem…tenho duas faculdades, então não sou desorientada,sou impulsiva…mas quero agradecer..valeu
Opinião de Dângela Campos
Na data: 19 de novembro de 2007 as 10:03
Muito legal pois, tenho um filho de 8 anos de idade ele tem muita dificuldade na escola não consegue concentrar nas atividades. Ele tomava um remédio que chama_se concerta, mis tivemos que interromper pois,ele estava tendo muitos tiques.O que devo fazer.
Opinião de Marçal Milane
Na data: 14 de novembro de 2007 as 23:33
Nossa!!!
a melhor materia na qual ja li!muito boa totalmente esclarecedora!!! meus parabens!!!
sou portador desse madilto transtorno e sofro e ja sofri muito em minha vida e olha que tenho apenas 19 anos…
ninguem te entende e todos te acham maluco! essa e a grande verdade…
meus pais nao compreende o fato, tal ponto de me ajudar…eu me machuco muito por ouvir coisas muito das vezes desagradaveis… entrei na faculdade mais sai depois de 3 meses…
fui para a outra e so ai discubri que havia algo errado… fui casei desesperadamente e achei…
agradeço a maneira em que voce nos ajudou!!!nao sei como te agradecer… desde ja meus Parabens!! mais uma vez obrigado!
Opinião de milena ricco gastaldi
Na data: 10 de novembro de 2007 as 11:27
gostaria de receber email, sobre ajuda para ajudar minha filha na vida dela em tudo ela esta com 7 anos .
Opinião de Denise
Na data: 5 de novembro de 2007 as 8:49
Camila,muito bem feita a reportagem,bem documentada,mostra as várias faces do transtorno.Como pediatra e interessada no tema realmente pude comprovar que vc fez um belíssimo trabalho de informação.Parabéns.
Opinião de Marcelo dos Santos
Na data: 4 de novembro de 2007 as 1:08
Rodrigo, doença inventada? Vc deve tá brincando, companheiro!! Tu deve ter TDAH!!!
Opinião de Daniela
Na data: 30 de outubro de 2007 as 20:02
Olá.
Nãome consultei com neurologista, mas tenho pesquisado muito sobre o assunto TDAH, e mesmo sem um diagnóstico tenho quase certeza que sou portadora de TDAH.
Tenho sofrido muito comisso, pois tem se salientado de maneira muito forte nos últimos tempos. Não sei mas o q faço, pois tenho q iniciar minha monografia e estudar pra vários concursos q penso em fazer, e simplesmente nãoconsigo.
O q posso fazer?
Opinião de RodrigoCL
Na data: 29 de outubro de 2007 as 20:25
TDAH é uma doença inventada, não? Para vender remédios?
Opinião de elaine keher
Na data: 23 de outubro de 2007 as 14:14
Adorei!
também estou passando com o Luiz, pelas mesmas angústias que Mara passou com Fernando! Não está sendo fácil, pelo contrário, me deparei com profissionais que não derão o devido encaminhamento, e a escola para mim está sendo o ponto mais falho, já fui obrigada a ouvir inumeras críticas a mim e meu filho, sobre sua educação, sobre seu comportamento e o que lhe estava faltando era atenção, carinho, limite, controle e por aí vai. Ficava me perguntado onde estava errando tanto, mas Graças a Deus persisti, e hoje acredito estar no caminho certo, mas sofro ainda com o precoceito das pessoas, e a falta de preparo e formação dos profissionais da educação para melhor encaminhamento do assunto. Estou tentando montar um grupo com diversos profissionais relacionados ao TDAH, e outras mães que como eu precisam de mais orientação e formação. Parabéns mais uma vez por essa matéria.
Opinião de Rossana Muzel
Na data: 18 de outubro de 2007 as 12:37
Amei o artigo!
Sou uma academica de direito, vi uma amiga me chamar assim, e fui querer saber…
me encaixei em tudo…
falta tratar…e resolver!
bejao a vcs ai!
Opinião de ,Iolanda de souza silva
Na data: 15 de outubro de 2007 as 17:36
olá, li a respeito do fernando e parece q vcs estavam falando do meu filho, acontece a mesma coisa com ele, tem 23 anos ,iniciou 3 faculdades e desistiu das 3, tem complexo de altura e de magreza, parece ter 12 anos, apesar de ter o rosto de adulto,muito inteligente, mas é sedentario, so sai a noite
dorme muito parece fuga, não vai a casa dos parentes ´pq os primos são maiores e mais encorpados q ele , e teem as mesmas idades, ele sofre com isso e eu tambem de ve-lo assim. sera q o caso dele tem solução??? me ajudem…….
Opinião de Jair Alexandre
Na data: 13 de outubro de 2007 as 15:33
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA
Reunião: Plenário 07 – Anexo II da Câmara dos Deputados
Data: 25/10/2007 Horário: 09:30 h
REUNIÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA
(Requerimento do Deputado Alceni Guerra )
TEMA:
“Discutir o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade – TDAH e suas consequências na vida escolar e social do aluno.”
CONVIDADOS:
IANE KESTELMAN
Diretora Executiva da Associação Brasileira do Déficit de Atenção
ANGELA ALFANO CAMPOS
Psicóloga e especialista em técnicas e estratégicas escolares para portadores de TDAH
DANIEL SEGENREICH
Professor e Pesquisador do Grupo de Estudos em Déficit de Atenção da Universidade Federal do Rio de Janeiro
REPRESENTANTE DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Opinião de Evandro Correia
Na data: 13 de outubro de 2007 as 13:00
Prezada sarahtayah: você deve procurar um advogado, isso que fizeram é um absurdo!
Opinião de sarahtayah
Na data: 13 de outubro de 2007 as 12:50
preciso de ajuda.Meu filho foi expulso de uma escola particular da rede salesiana,por ser portador de deficit de atencao e hiperatividade.Estamos muito deprinidos e ele chora com saudade da escola e dos amiguinhos.A irma diretora o retirou de dentro de sala sem que ele estivesse fazendo absolutamente nenhuma peraltice e o mandou embora.Ele era excluido de algumas programacoes e isso o deixava muito triste e deprimido.Ela o fez assinar e a mim tambem um documento prometendo que ele dali em diante iria mudar.Preciso de ajuda pelo amor de DEUS/Meu filho e um amor de pessoa e foi trtatado como um marginal em uma escola da rede salesiana que custa quase 300 reais por mes.Me ajudem por DEUS.
Opinião de Aloísio
Na data: 13 de outubro de 2007 as 3:49
Show de bola essa reportagem gostei tmbm acho que tudo que éh feito baseado no conhecimento, acompanhamento e muito estudo éh valido e contribui bastante para que isso passe a ser deixado de ser tratado como problema..
Opinião de clemencia c. dutra ferreira
Na data: 9 de outubro de 2007 as 18:36
Gostei muito da reportagem e gostaria que vocês enviasse pequenos textos sobre TDAH.
Opinião de Leilcia
Na data: 5 de outubro de 2007 as 22:07
Gostei muito desta reportagem, pois estou escrevendo uma monografia, cujo tema é "O TDAH e a matemática". Estou precisando de sugestões de atividades para se trabalhar matemática com os alunos que aparentam ter esse transtorno. Se tiver alguma sugestão e puder me enviar, ficarei grata.
Opinião de Marlene Navarro
Na data: 5 de outubro de 2007 as 12:29
Gostei demais do artgo.Todavia, como outros solicitam, sentí falata de mais esclarecimentos sobre a dislexia (TDA).Meus adolescentes, de 14 e 15 anos(farão em dezembro) sentem dificulldades na escola.São meninos inteligentes, normais, que já passaram até por baterias numa psicóloga de muito renome.Um é hiperativo e ooutro (ou ambos) parecem-me sofrer de dislexia.Todavia, levo-os a terapeutas muitas vezes, para acompanhamentos, e nunca me falaram se eles têm tais problemas.Acho que é um neurologista que devo procurar, pois não?Marlene
Opinião de MARILIA
Na data: 4 de outubro de 2007 as 14:46
Parabéns pela matéria sobre TDAH, porém acho que é importante também mostrar a diferença do TDA e as dificuldades de aprendizagem como a dislexia
Opinião de Mônica
Na data: 3 de outubro de 2007 as 19:33
Eu faço parte do grupo de mães desesperadas, nçao apenas com problema que meu filho de 13 anos enfrentamais sobretudo com o despreparo da escola, pois em casa eu procuro seguir a melhor maneira de ajudá-lo a escola ó faz cobrar como se eu fosse uma mãe incompetente.
Opinião de calica
Na data: 2 de outubro de 2007 as 16:01
adorei a materia,estou passando por muitos problemascom meu filho de 10anos o pior de tudo e a falta de interesse dos professores em ajudar pois para eles e muito incomodo ter que elaborar teste mais objetivos,ter que mudar sua aula para conseguir com que o aulo com DDA se interesse pela aula.discriminaçao tem e sempre começa com as pessoas mais proximas ´´parentes´´gosteria de saber sobre leis que garanta os direitos do meu filho com aluno e como pessoa
Opinião de laís
Na data: 30 de setembro de 2007 as 13:13
gostei muito da mat.tenho um filho com 13 anos e so-
fro muito c/a discrimina-
ção das pessoas,dos col.escola.apesar de ser acompanhado ainda apresenta um comportamento nada aceitável pela sociedade.Não sinto-me preparada e procuro ajuda
para lidar melhor com essa
situação.
Opinião de NICÉIA
Na data: 29 de setembro de 2007 as 19:48
Parabéns pela matéria sobre TDAH, tenho um filho de 19 anos, que agora depois de jovem ainda estamos tentanto descobrir com certeza se portador do transtorno.O que me incomoda é a falta de despreparo das escola e professores e médicos sobre o assunto, as vezes acho que as escolas e professores são totalmente desinteressados pelo assunto, talvez até por comodismo é mais fácil não se envolver com o probema. Gostaria muito ter descoberto quando ele ainda era só uma criança, não teriamos sofrido tantas angustias.
Opinião de Bia
Na data: 26 de setembro de 2007 as 0:49
Pq o Governo não investe em mais vagas para rataemnto do TDAH como tem na Santa Casa, na UFRJ e no Inst. Fernandes Figueira? Não se consegue vaga por anos? Lá eles tratam por todos os lados, com fono, psicoterapia, psiquiatria, psicomotricismo… O caso está crescendo como uma doença da modernidade e o governo não investe há anos.
Opinião de Tarciana
Na data: 16 de setembro de 2007 as 11:08
Sou estagiaria em psicologia e atendo a um menino de 6 anos que avaliarei com mais cuidado, mais tenho quase certeza que ele "tem" TDAH, ele tem um desenvolvimento linguístico acima do visto em crianças de 6 anos, não quer fazer as cópias da escola e nem responder as provas acha tudo muito bobo, mas poucos adultos se expressam tão bem quanto ele. Penssei em procurar com a mãe uma escola que se interresasse em fazer uma experiencia com ele, ele é um menino pobre e sua família não tem condições de coloca-lo numa escola que possa explorar outras tantas inteligencias que ele possa possuir, as professoras das escolas que ele estudou e estuda não são capacitadas para lhe dar com ele, e pela falta de compreenção ele já levou muitos castigos. Estou tentando adquirir todo conhecimento que posso para tentar ajuda-lo e assim encontrei essa matéria.
Opinião de MAGALI
Na data: 13 de setembro de 2007 as 14:03
Adorei a materia pois sou leiga no assunto .Tenho 3 filhos pequenos e o do meio tem 3 anos , estamos desconfiados que ele possa ter esse problema.Gostaria que me orientasse qual seria o primeiro passo .Obrigada magali
Opinião de Angélica
Na data: 9 de setembro de 2007 as 22:51
Achei ótima esta matéria,pois todos os profissionais que tratam de meu filho, infelizmente nunca entram em detalhe sobre oTDAH. Meu filho tem 11 anos ,e desde os 03 trato dele.Voces estão de parabens. Preciso saber mais . Obrigada por tudo
Opinião de Álvaro
Na data: 9 de setembro de 2007 as 21:30
Matéria muito boa e pode nós(eu e minha esposa) ajudar mais no acompanhamento de meu filho que tem TDAH, esta com 13 anos e estamos tratando desde os 7 anos. E o despreparo das nossas escolas é deprimente, alguns profissionais tratam de nossos filhos como adultos mal criados e mesmo com os pais acompanhando de perto tivemos quadros de quase agressão devido a esta discriminação que enfrentamos de toda parte, fico feliz de conhecer alguns profissionais além dos que já tivemos contato que podem nos ajudar. parabéns pelo artigo.
Opinião de Helena
Na data: 24 de agosto de 2007 as 12:19
Leio muito sobre hiperatividade pois tenho um filho de 12 anos que é TDAH, tanto ele sofre como eu com os preconceitos, mas vou imprimir esta matéria e entregar ao coordenador da escola na qual ele estuda e que me aconselhou a tirá-lo da escola e colocá-lo para trabalhar e tb para o psicólogo que disse que meu filho era malhar em ferro frio. Quem sabe esses anti-profissionais entendam alguma coisa.!!!
Opinião de Jack
Na data: 14 de agosto de 2007 as 22:41
Muito interessante os esclarecimentos e proprias experiencias pessoais aqui citadas… Essa deficiencia tem q ser melhor avaliada, a sociedade nao tem preparo pra lidar com ela…
Opinião de Renata Rocha
Na data: 13 de agosto de 2007 as 15:27
Parabéns pela matéria sobre TDAH, está bastante elucidativa.
Tenho um filho de 10 anos que sofre desse transtorno e sei o quanto é difícil para ele. Pois crianças assim são sempre rotuladas de mal-educadas, preguiçosas, etc…
Uma coisa que me incomoda muito é o fato das escolas estarem totalemnte despreparadas para lidar com alunos portadores de TDAH. É claro que todos os professores já ouviram falar ou leram algo à respeito, mas na prática o que eles sabem não faz diferença nenhuma. Acredito que seria necessário a criação de novos métodos para serem aplicados com esses alunos, pois o método de ensino tradicional é péssimo nesses casos.
Opinião de Natália
Na data: 9 de agosto de 2007 as 10:22
Gostoi muito dessa reportagem, pelo simples fato de ter uma aluna com tdah.
Gostaria de receber novidades sobre esse assunto.
Opinião de Anônimo
Na data: 6 de agosto de 2007 as 8:52
Camila,
sou jornalista e estudiosa deste assunto e nunca li uma matéria tão esclarecedora acerca do TDAh. Nem mesmo minha….rsss.
Parabéns pela clareza e pela maneira como abordou os tópicos!
Tenho um grupo de ajuda virtual à pais, portadores e educadores. Quem quiser ingressar, é gratuito e já está ajudando muita gente:
http://groups.msn.com/hiperatividade
Opinião de Cecí Braga
Na data: 3 de agosto de 2007 as 12:57
Sou TDAH e descobri, através de uma amiga psicóloga, este ano. Sempre fui excelente aluna, de destaque, na escola e na faculdade (snunca repeti e fui muito bem). Meu tdah se manifestou na fase adulta, após minhas experiências profissionais. Aí sim se manisfestou forte mesmo. Percebi que qualquer atividade profissional não me satisfazia, passei por várias atividades dentro da minha profissão (sou formada em comunicação e dou aulas de dança). Questionei várias vezes minhas escolhas e finalmente percebi que nada dava certo ou me satisfazia porque quando "ficava chato" eu perdia total interesse pela atividade. Também sou muito prática, detesto atividades com burocracia ou ficar atrás de um telefone ou computador, repetindo as mesmas coisas todo dia. Sempre tenho que arrumar algo novo para me incentivar. É complicado, mas tem suas compensações, como conseguir dar aulas de dnça, coreografar, dançar e dar aulas de comunicação. Certamente quanto mais eu entender o tdah, melhor para o meu crescimento.
Opinião de Elizete
Na data: 1 de agosto de 2007 as 13:39
Fiquei um pouco preocupada, pois meu filho, já sei, foi diagnosticado como portador de TDAH. Entretanto, percebi, pela reportagem, que talvez minha filha também apresente o défict de atenção. Ela é muito quieta e aplicada na escola e um tanto distraída, mas nunca me preocupei com isso. Seu irmão mais velho é realmente o mais agitado e é quem vai aos especialistas desde pequeno. Será que preciso avaliá-la também? Abraços.
Opinião de Jane Katia dos Santos Ferreira
Na data: 29 de julho de 2007 as 11:07
gostei muito do texto, pois estou escrevendo uma monografia sobre tdah no meu curso de especialização em educação especial.gostaria de receber + informações sobre o assunto!
Opinião de IEDA
Na data: 29 de julho de 2007 as 10:31
meu filho tem 15 anos ficou 4 anos na 5 serie ele e muito desligado vive no mundo da lua e muito quieto isso tambem eh TDAH.
Opinião de larissa
Na data: 22 de julho de 2007 as 20:49
Gostei muito da reportagem!! Meu namorado é hiperativo e muitas vezes não sei lidar com ele. Gostaria de receber mais esclarecimnetos sobre o assunto.
Opinião de Conceição Carvalho
Na data: 20 de julho de 2007 as 10:45
Trabalho no Centro de Integração Psicossocial do Ceará,achei muito importante este trabalho sobre TDAH.Parabens pelas explicações do assunto,o qual deveria ser de interesse de todos os professores mesmo não sendo da área,pois assim entenderiam melhor alguns alunos os quais passam por insubordinados. Abraço. Se desejar enviar material agradeço.
Opinião de simone
Na data: 19 de julho de 2007 as 0:39
Essa reportagem é ótima, fico imaginando alguns alunos que tem em minha escola, e me preocupo por ter tão pouco para ajudá-los.
Opinião de janete
Na data: 16 de julho de 2007 as 22:35
Conheço Dra.Mara Narciso e seu filho, autora do livro Segurando Hiperatividade. Compre o livro da Dra.Mara Narciso, ela tem uma comunidade no ORKUT.
Abraço.
Opinião de Beatriz C. de Cardoso
Na data: 16 de julho de 2007 as 19:10
Concordo plenamente com a opinião da leitora Ana Monteiro.É oque tenho feito como psicopedagoga e 100% estudiosa do TDAH.
Opinião de Júlia Linhares
Na data: 16 de julho de 2007 as 10:26
OI, gostei muito da matéria e gostaria de indicar para alguns amigos que trabalham com isso. Acho que seria legal ter um sistema de indicar matérias.
Opinião de Juliana Sampaio
Na data: 15 de julho de 2007 as 23:09
rs…dá vontade de chorar…eu por ser do tipo "doce lunática", e meu filhote por ser hiperativo…descobri muito tarde…após fechar os dois ultimos anos da escola em quatro, após ter abandonado 3 faculdades por várias vêzes e aos 32 anos de idade ainda sofrer muito por não entender porque é tão difícil pra mim, o que é tão simples para os outros…concluir tarefas, lembrar das atividades, se concentrar. rs…não há mérito em ser a primeira da classe sempre, em passar em todos os vestibulares, inclusive para os mesmos cursos, se não há uma conclusão de curso. Graças a textos como este, tenho a chance de mudar a vida do meu filhotinho. Obrigada!
Opinião de Tereza
Na data: 15 de julho de 2007 as 19:34
As crianças co TDAH, as vezes podem ser crianças indigo, e não crianças hiperativas, o problema é que elas são taxadas como hiperativas e tomam medicamentos que não são necessarios.
Opinião de Carmen
Na data: 14 de julho de 2007 as 5:38
Ótimo trabalho.De maneira objetiva mostra exatamente o que é a hiperatividade.
Opinião de Cynthia
Na data: 13 de julho de 2007 as 20:19
Só com 28 anos de idade que descobri que sou DDA, sofri demais nas escolas rsrsrs, mas hoje compreendo muitas coisas, seria ótimo professores começar a prestar atenção em alunos dda!
Opinião de Rohane de Lima
Na data: 13 de julho de 2007 as 14:54
Gostei muito, Camila! Se possivel, gostaria que vc me enviasse por mail para eu poder utilizar junto a outro material que estou coletando pra Comu "Eu Sou DDA" do Orkut , pois estamos com a intenção de preparar uma apostila , ou algo gênero.
Muito boa mesmo a matéria, mandou bem!
Opinião de AMALIA REGINA
Na data: 12 de julho de 2007 as 22:19
GOSTEI MUITO DA MATERIA, BEM OBJETIVA E ESCLARECEDORA. É FUNDAMENTAL LEVAR A FRENTE MATERIAS COMO ESSA PARA MANTER MAIS INFORMADOS: ESCOLAS, MÉDICOS, PSICOLOGOS, PSICOPEDAGOGOS. ENFIM TODOS QUE LIDAM COM CRIANÇAS PARA FAZEREM O DIAGNOSTICO CORRETO E EVITAR A DISCRIMINAÇÃO, ROTULAÇÃO QUE ACONTECE COM A FALTA DE CONHECIMENTO POIS JÁ CONHECI MEDICOS, PSICOLOGOS QUE ME PERGUNTO ONDE FORAM BUSCAR SEUS DIPLOMAS, MAS ENFIM…
PARABENS PELA MATERIA!!!!
CONHEÇO O TRABALHO DA DRA. MARA ACHO DE SUMA IMPORTANCIA PARA NÓS PAIS INFORMAÇÕES COMO AS DELA DE UMA ESTUDIOSA E MÃE QUE SOFREU E SOFRE COM O TDAH DE SEU FILHO.
UM ABRAÇO,
DEUS ABENÇOE.
Opinião de Ana Monteiro
Na data: 12 de julho de 2007 as 11:02
Essa matéria deve ser levada a todas as escolas, pracinhas e reuniões de família onde essas crianças e adultos são discriminados.
Opinião de Umbelino Beltrão
Na data: 12 de julho de 2007 as 10:31
Excelente reportagem! Finalmente consegui entender do que realmente se trata.
Opinião de maria tereza
Na data: 11 de julho de 2007 as 15:25
Maravilhosa! é disto que os jornais e meios de comunicação precisam, parabéns!.
Opinião de Leo de Abreu
Na data: 11 de julho de 2007 as 12:29
Excelente reportagem! Talvez a mais esclarecedora que eu já tenha lido, pois convivo com essa questão (nunca devemos tratá-la como um problema!) em minha própria casa. Reportagem, aliás, bastante oportuna, pois joga uma luz sobre a angústia de que padecem as famílias com essa dificuldade.
Meu filho sofreu muito em sua infância, sempre discriminado em creches e escolas, principalmente – o que é mais grave! – pelos adultos, pais despreparados e insensíveis para lidar com dificuldades estranhas aos padrões comuns de comportamento.
O fato é que, apesar da sua luta para conseguir bons resultados na escola (com muito sofrimento, pois sempre foi responsável e disciplinado), tornou-se um menino querido, respeitado e amado por todos os seus amigos, grupo que abrange, curiosamente, larga faixa de idade, significando que possui excelente capacidade de comunicação e até de liderança, pois é uma referência de certas atividades esportivas que desenvolve.
Hoje somos uma família realizada, e até nos sentimos afortunados por tê-lo entre nós.
Aos pais intolerantes que discriminam essas agitadas, porém doces criaturas, lembro que a possibilidade de terem um dia que lidar com essa dificuldade (se não foi com os filhos, poderá sê-lo com os netos), que busquem compreendê-las e trazê-las para perto, e não repelí-las, pois aí sim, estarão fomentando problemas de difícil reparação, como os clássicos – e previsíveis – complexos de rejeição e inferioridade, com sérios danos ao equilíbrio emocional e à auto-estima dos portadores de TDAH.
Abraços,
Leo

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